terça-feira, 20 de julho de 2010

Terceiro soneto ao amor em forma de desastre

Receio, Desastre, que para sempre vá embora
Sem ti, minha vida é jogada fora.
Desastre, tua ausência é tão sentida
Longe de você, não vivo mais minha vida.

Desastre, por que deixou-me assim?
Sem ti, só espero pelo fim
Desastre, venha para mais perto
Só uma vez, vamos fazer o que é certo.

Vivamos sem medo
Sonhemos uma vida melhor
Durmamos tarde e acordemos cedo.

Façamos dessa vez tudo diferente
Viajemos em um mundo maior
Vivamos para sempre esse sonho adolescente.

Nenhum comentário:

Postar um comentário