quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Quarto soneto ao Amor em forma de Desastre

"Apenas você e eu, Desastre."
Minhas pernas tremiam
"Tu nunca fizeste isso antes, não é, Lucas?"
Meu coração palpitava

"Não, nada sei sobre isso, Desastre."
Meus medos transpareciam
"Em meus braços, seguro estás. "
Meu sonho se realizava

Pelos braços a guiava
Desastre era minha menina
Desastre era o puro alvor

Em meio à escuridão, ela brilhava
Naquela noite, não vi Desastre sob a neblina
Vi apenas o Amor.

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