segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Soneto da bailarina

Bailarina, doce e linda menina
Tão Graciosa, leve e bela rosa
Tu danças delicada e feminina
Deixa-me com sensação dolorosa.

Teus movimentos, a tua formosura
Põem-me junto aos teus delicados pés
Teus pensamentos, tua ímpar mesura
Nunca serão considerados torpes.

Jovial e cândida meninota
Roubaste meu coração quando olhaste-me
Bailas como voa uma branca Gaivota.

Ó, minha senhorita lusitana
Eu sei que por mais que eu grite ou te chame
Não dançarás em terra paulistana.

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