Eu te amo.
Simples assim.
Não vou encher de metáforas
Ou comparações.
Amo-te e só.
Amo teu cabelo.
Amo o modo como dizes meu nome.
Amo a maneira como me dás "soquinhos"
E chama-me de bobo.
E como és tão amável.
Mas sinto que não deveria fazê-lo.
Não, sei que isto é errado.
Sinto que machucarei-me
E que partirás meu coração.
E quando eu reparar, estarás longe.
Mas amo-te.
Como um masoquista.
Que anseia pelo sofrimento.
Como uma criança ama
Seu boneco predilecto.
Continuarei amando-te.
Até partires
Ou até o dia de minha morte.
Mas te amarei, eis tudo.
Amanhã e depois e depois.
E depois?
E depois amarei tua maturidade.
Amarei tua maternidade
E o modo como serás um exemplo.
Amar-te-ei hoje e sempre.
Amo também teu passado.
Amo quem foste
E queria lá estar
Junto a ti.
Queria estar em todos teus dias.
Amo a maneira como surpreendes-me.
Pareces estar tão bem sem mim...
E repentinamente vens tão amorosa.
Amo a maneira como me amas
E como queres ser amada por mim.
Amo-te à Eros, à Psiquê
À Ludus e à Storge
Vez ou outra à Pragma
E sempre à Mania e à Ágape.
Amo-te de todas maneiras.
Amo-te platonicamente.
E carnalmente.
Adoro tua mente, tua sensibilidade.
Quero teu corpo, teu corpo junto ao meu.
E é assim que te amo.
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