segunda-feira, 21 de março de 2011

Um dia.

Acordei confuso.
Sem vontade.
Levantei.
Escovei os dentes.
Desanimado.
Tomei o pequeno-almoço.
Saí de casa.
Lentamente.
O sol nasceu.
Fui aos estudos.
Contrariado.
Fiz exames.
Vi alunos.
Sem ânimo.
Fui ao trabalho.
Odioso.
Trabalhei, infelizmente.
Pensei em escrever um poema de amor.
Louco.
Apaguei essa ideia da minha mente.
Li meu querido Campos.
Felizmente.
Voltei para casa.
Escrevi.
Por fim.
Não sorri.

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