quarta-feira, 15 de junho de 2011

Doze de junho.

Passou então mais um doze de junho.
Vi sorrisos por toda a parte.

Entristeci-me, apesar de todas as alegrias.
Não porque era mais um dos dezassete anos que passava sozinho.
Mas porque era o quarto que passava sem ti.
Queria poder dar-te presentes
Dizer o quanto te amo.
Queria que amasse-me de volta.
Mas não, passou o dia com um outro.

Vivi-o na completa solidão.
Passou assim mais um doze de junho.

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