Um poema é um fósforo.
Basta um pequeno atrito,
Qualquer coisa que o toque,
Para acendê-lo no mundo.
Mas agora se apresse,
Pois o fósforo logo apaga
E tudo pode se perder.
A escolha é toda sua.
Uma vela para ter luz
Por ainda mais tempo?
Ou talvez um cigarro
Para se sentir bem e completo?
Ou quem sabe apenas deixá-lo queimar?
Bem, a escolha é só sua.
Luz, prazer ou nada,
É você que sabe,
Mas cá está o seu fósforo.
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