quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Metarromance.

Não, nunca fui de misticismos.
Não acredito em deus
Ou em vida após a morte.
Em coisas imaginárias de toda sorte.

Mas por vezes juro sentir
Que sentes este meu amor.
Mesmo estando assim tão longe
Mesmo sendo assim não minha.

E eu só queria saber
Se sentirás este poema,
Se ouvirás estas palavras,
Mas cá fico, a perguntar-me.

Ouves, princesa,
Meus clamores?
Acreditas, querida,
Em meu amor?

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