Ó, minha desastrada princesa.
Não hei mais de escrever-te belas frases.
Eu ia dedicar uma epopeia à sua beleza,
Mas de que adiantaria?
Ó, minha sorridente princesa.
É esse teu sorriso, querida,
É esse teu sorriso com certeza,
Que leva-me a esse céu tão infernal.
Ó, minha doce princesa.
Se lesses meus poemas,
Sentirias essa chama acesa,
Ou não acreditarias em todo esse fervor?
Ó, tão não minha princesa.
Quem dera ser eu quem alegra-te tanto,
Ser teu amor, tua defesa.
Ou no mínimo, falar-te tudo isso.
Nenhum comentário:
Postar um comentário