quarta-feira, 27 de abril de 2011

Poema sem nenhuma razão.

Este é um poema raso.
Não há cunho político
Nem cunho filosófico.
Apenas falo mais uma vez de amor.
Se estiver cansado dele, pode parar de ler aqui.

Mas tenho de falar dele, e dela.
Dele por estar tão presente em mim,
E dela, bem, por simplesmente sê-la.
Como sou feliz por ela existir.
Ela é, e isso é suficiente para que eu seja preenchido.

Ela é, e é linda,
Lindíssima, aliás.
Ela fala comigo de um jeito ímpar
Ela e aquela pele marfínea,
Com aquele toque tão gentil.
Ela e aqueles olhos de turquesa
Tão lindos, aqueles olhos que também são meus.

Ela é, e é minha.
Como sou feliz por ela ser minha.
Por saber que aquelas brincadeiras pueris
São para mim, e só.
Eu sei que não deveria amar tanto
Que posso me iludir
E que o amor me tira a razão.
Mas por ela eu deixaria toda a razão do mundo de lado.
Seria ignorante, idiota, imbecil e tolo,
Mas seria também feliz.

Ela é aquilo que eu procurava.
Todos sonhos em uma só garota.
Tudo que eu sempre quis.
É isso que ela é.

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