quarta-feira, 13 de abril de 2011

Poema tão sincero.

Menti. Ainda minto.
Pois é, não sou perfeito.
Faço coisas erradas, eu bem sei.

Fiz promessas, que por si só são meias mentiras.
Não cumpri metade delas.
A outra metade já era uma farsas desde o começo.

Peco, e peco com gosto.
Minto, e minto constantemente.
Não sou nada do que pensam.

Não sei que onde surgiu essa admiração por mim.
Não sou um sujeito admirável
Nem respeitável, ou amável.

Não mereço vossas amizades,
Não mereço vossos amores.
Não mereço.

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