segunda-feira, 25 de abril de 2011

Romance.

Honestamente, para que amar?
O amor não passa de imaginação
De uma mente imensamente criativa.
Mas essa mente, tão imaginativa, bem que podia
Focar toda essa criatividade para algo bom,
E produzir coisas que tivessem alguma valia para a sociedade.

Amar? Amar e sofrer?
Não, muito obrigado,
Sou são.
Não preciso do amor,
Ou dessa auto-afirmação.

Um par? Alguém para me completar?
Eu tenho Fernando, Oscar, Gareth e Ezra.
Eles me preenchem o suficiente.
Não preciso de alguém que me diga coisas levianas
E sentimentos superficiais.

Romances são tediosos.
Simples assim.
Tal como um e um fazem um par,
Esse par há-de ser tedioso.

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