Não sei por que te escrevo esse poema.
Sinceramente, não há motivo.
Jamais irás lê-lo,
Tampouco lerás aqueles outros sete.
Não há porquê, não há explicação.
Quem sabe eu seja apenas um tolo.
Um garoto normal não escreveria poemas,
Ele tomaria atitudes, tentaria conquistá-la.
Assim como está a fazer aquele garoto contigo.
Amo-te tanto, desastrada princesa.
Mas és minha, és minha em minha mente,
E, platonicamente, vivo nesse mundo,
Nesse ideal mundo em que me amas de volta,
Nesse perfeito mundo onde és apenas minha.
Queria tanto te ter.
Queria tanto viver contigo
Queria tanto não ser eu.
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